Portugal tem a sexta maior taxa de infecção nos computadores pessoais
Portugal tem a sexta maior taxa de infecção nos computadores pessoais, de acordo com o Relatório de Segurança da Microsoft, publicado esta quarta-feira, que revela ainda que os criminosos informáticos estão cada vez “mais profissionais e organizados”.
Segundo este relatório – realizado pela Microsoft em mais de 500 milhões de computadores individuais em todo o mundo -, “13,6 computadores pessoais em cada mil estão infectados com software malicioso” em Portugal.
O Microsoft Security Intelligence Report concluiu ainda que “os criminosos estão cada vez mais profissionais e organizados” e que “as redes empresariais continuam a ser mais susceptíveis a ataques, enquanto os utilizadores domésticos estão mais expostos a software malicioso e ameaças nas redes sociais”.
Na última metade de 2009, período a que se refere o estudo, “foram registadas 2500 vulnerabilidades pela indústria de software”.
“Os vírus da classe ‘worm’ são os mais preocupantes para as redes corporativas, pois são os mais utilizados pelos criminosos para tirar proveito das vulnerabilidades. O ‘adware’ e os vírus da classe cavalo de tróia são as maiores ameaças para os consumidores”, lê-se no documento.
Também “os falsos programas de segurança são um problema que afecta todos os segmentos, mas especialmente os utilizadores domésticos”, acrescenta o relatório.
Na oitava edição do seu Relatório de Segurança, a Microsoft analisou ameaças como software malicioso, software potencialmente não desejado, ameaças via e-mail, spam (correio electrónico não desejado), phishing (captação de dados confidenciais através do e-mail) e vulnerabilidades.
Fonte: Web Segura
“A taxa de pirataria de software em Portugal é de 42 por cento”, disse à agência Lusa Artur Amaral, à margem do III Fórum “Marcas e Patentes – Chave do Sucesso”, em Lisboa, realçando que “é uma taxa superior à média europeia que ronda os 35 por cento”.
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